Idéias esquisitas do Leonildo

"O valor de um pensamento não é o quanto ele é lógico, mas sim o quanto ele representa a realidade." Mário Schenberg

"Ser genial é poder perceber as conectividades da vida e conectar o não conectado. É poder fazer justaposições e ver relações onde outros não vêem nada. É gostar das avenidas imprevistas de pensamentos e de virar novas esquinas."(X Files)

Tenho em minha mão direita o poder de criar. Poder nível 100. Tenho em minha mão esquerda o poder de destruir. Poder nível 1000. Logo, vejo claramente que a minha missão original era destruir e não criar.

Assim, o conflito constante que vivo em meu ser é justamente conciliar e aplicar essas duas forças: uma para o bem e a outra contra o mal. Porém, a grande dificuldade é separar o joio do trigo, ver o que é o bem e aquilo que é o mal, enxergar na penumbra o caminho da justiça. Pior do que isso, como julgar os homens se todos eles têm duas faces: uma que olha para o bem e outra que olha para o mal ? E por que eu vejo isso, se também sou homem e também possuo duas faces ?

Por isso, sempre peço a Deus tolerância, entendimento, conhecimento e sabedoria para usar o dom que ele me deu.

Entre os grandes gênios da humanidade - como Einstein, Mozart, etc - e os líderes terroristas do 11 de setembro há um ponto comum: inteligência acima da média. São pessoas superdotadas ou talentosas.  Pessoas que carregam consigo o germe da revolução, podendo contribuir tanto para a evolução e crescimento da humanidade quanto para a sua desagregação e degradação.

Texto completo: Superdotação e Talento

De acordo com Souza (2002) uma criança que tem QI (Quociente de Inteligência) em torno de 140 aproveita apenas 50% de uma aula comum, ou seja, o resto do tempo é utilizado numa espera tediosa de repetição do óbvio. Já uma criança com QI de 170 praticamente nada aproveita das aulas normais.

Ensino Público Gratuito via Internet, viabilizar e implementar esta idéia é o principal objetivo do Instituto OCW Br@sil.

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Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais.  Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor.  O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

O monopólio e a retenção do conhecimento dentro das Universidades Públicas constitui, claramente, uma forma de privatização dos recursos públicos e do próprio conhecimento acumulado pela Humanidade ao longo da história.

Somente quem passa no vestibular tem acesso ao conhecimento acumulado pela Humanidade. Somente quem passa no vestibular pode assistir aulas e freqüentar uma Universidade Pública. Somente quem passa no vestibular usufrui de recursos públicos que são destinados ao Ensino Superior. A coletividade paga a conta, mas somente os eleitos pelo vestibular recebem os benefícios. Isso tudo é, sem dúvida nenhuma, uma perversidade e uma anomalia social, pois nega-se aos excluídos socialmente a possibilidade de acessarem/obterem conhecimento para se desenvolverem.

Esse sistema se torna ainda mais perverso e excludente quando, por exemplo, um docente de uma Universidade Pública pega a lista de presença para expulsar da sala de aula os alunos que não estão matriculados em sua disciplina. Não tem matrícula, não assiste aula, não recebe o conhecimento, não usufrui dos recursos públicos investidos na Educação Superior, não se desenvolve. O dinheiro da coletividade, todo pagaram a conta, foi privatizado e distribuído para um pequeno grupinho de eleitos, para a panelinha do docente.

Um dia, muito em breve, eu terei força suficiente para dizer: "O aluno fica na sala; o docente cai fora da Universidade Pública". Direi isto porque se o docente vê a educação pública e gratuita, assim como a aula que ministra em uma Universidade Pública, como uma mercadoria, o lugar dele não é em uma Universidade Pública, mas sim em uma Universidade Particular. Nas Universidade Privada o conhecimento e a educação são mercadorias que estão a venda. E se o Professor é um vendedor, é aqui que ele deve estar com o seu produto.

E esse Professor terá sorte de eu só dizer, porque se fosse Jesus Cristo ele estava lascado, pois Jesus ia arrebentar tudo na bicuda. Foi o que ele fez quando chegou no templo e viu aquele monte de comerciante tomando conta do lugar. Derrubou tudo na bicuda e disse: "Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões." (Mateus, cap. 21, Vers. 12-13).

Precisamos democratizar o conhecimento e socializar os saberes para reverter e impedir o avanço da privatização dentro do espaço público. Todos os cidadãos tem direito de usufruir do patrimônio coletivo, da coisa e do espaço público. Todos os cidadãos pagam pela Educação Pública gratuita, portanto, todos devem receber o produto que compraram. Precisamos criar mecanismos para que todos exercem e usufruam da Educação e do conhecimento que são transmitidos e ensinados nas Universidades Públicas.  E esse mecanismo é a democratização do conhecimento e a socialização dos saberes.

Mas o que isso quer dizer realmente ? Quer dizer que o Professor das Universidades Públicas irá receber com justiça os direitos autorais daquilo que produziu e criou. Mas jamais será reconhecido ao Professor, ao Estado, à lei, ou seja lá quem for, o direito de impedir o acesso ao conhecimento e aos saberes. O Ser Humano necessita do conhecimento, acumulado pela Humanidade ao longo de sua história, para desenvolver-se e evoluir. Impedir uma pessoa de ter acesso a isto, é impedi-la de desenvolver, é impedir a sua consciência de crescer, é impedir o exercício de sua liberdade. O acesso ao conhecimento e aos saberes é um Direito Humano.

O legislativo representativo não representa os interesses coletivos e nem a vontade popular, mas sim seus próprios interesses ou, então, interesses dos grupos hegemônicos. O legislativo representativo é um legislativo de corruptos, onde a maioria dos parlamentares trabalha contra a coletividade e rouba os recursos públicos. Cada parlamentar, um golpe diferente.  Os escândalos de corrupção em Brasília mostram isso claramente. A saída é a Democracia Direta, onde os cidadãos e os movimentos sociais propõem e aprovam as leis que lhes interessam. O poder pertence ao povo e o povo pode exercê-lo. Isso é possível. Hoje temos tecnologia para implementar a Democracia Direta.

Movimentos sociais no sentido amplo: O MST representa os Sem-Terra e a UDR representa os ruralistas. Os sindicatos representam os trabalhadores e os industriais tem as suas associações e confederações. Os advogados tem a OAB, os Magistrados tem suas organizações, etc. Tudo isso é movimento social. Movimentos que formam a base da Democracia. Certamente, não há, e nem deve haver, hierarquia entre essas organizações. Nenhum deles deve dominar os outros, pois todos estão no mesmo nível. É o diálogo e a negociação entre os Movimentos Sociais e entre os cidadãos que constrói a Democracia. É o diálogo e não a dominação, a opressão ou o autoritarismo.

Democracia Direta é a saída

Democracia é conflito - A Democracia Direta - Democracia sob medida - O legislativo representativo é descartável - Um rascunho para a Democracia Direta

A participação popular nas Democracias atuais

Norberto Bobbio - A Era dos Direitos, p. 144-152

Quando comparada à democracia de inspiração rousseauísta, com efeito, a participação popular nos Estados democráticos reais está em crise por pelo menos 3 razões:

a) A participação culmina, na melhor das hipóteses, na formação da vontade da maioria parlamentar; mas o parlamento, na sociedade industrial avançada, não é mais o centro do poder real, mas apenas, freqüentemente, uma câmara de ressonância de decisões tomadas em outro lugar.

b) Mesmo que o parlamento ainda fosse o órgão do poder real, a participação popular limita-se a legitimar, a intervalos mais ou menos longos, uma classe política restrita que tendeu à própria autoconservação, e que é cada vez menos representativa.

c) Também no restrito âmbito de uma eleição "una tantum" sem responsabilidades políticas diretas, a participação é distorcida, ou manipulada, pela propaganda das poderosas organizações religiosas, partidárias, sindicais, etc. A participação democrática deveria ser eficiente, direta e livre: participação popular, mesmo nas democracias mais evoluídas, não é nem eficiente, nem direta, nem livre.

Da soma desses 3 déficits de participação popular nasce a razão mais grave de crise, ou seja, a apatia política, o fenômeno, tantas vezes observado e lamentado, da despolitização das massas nos Estados dominados pelos grandes aparelhos partidários. A democracia rousseauísta ou é participativa ou não é nada."

O que vale ???

Para não dizer que não falei das flores

Democracia vale, mas tem que ser de verdade e não apenas dominação econômica sobre a maioria.

Igualdade vale, mas tem que tratar desigualmente os desiguais. Quem não teve as mesmas condições não deve ser submetido à mesma avaliação.

Direitos Humanos vale, mas tem que ser para todos os Humanos e não apenas para os Humanos ricos.

Justiça vale, mas tem que ser justiça social e não apenas justiça do capital, da propriedade e do Direito Civil.

Direito vale, mas tem que ser universal e não apenas Direito Civil para os ricos e Direito Penal para os pobres.

Não-violência vale, mas todos os grupos devem ser desarmados, principalmente os grupos dominantes e a força do Estado não pode ser usada para oprimir a coletividade e os mais fracos.

Estado de Direito vale, mas deve ser fundado exclusivamente na Lei e na Constituição. Leis e decretos arbitrários e ilegítimos não vinculam e nem obrigam a coletividade.

O mérito vale, mas tem que ser baseado em critérios objetivos. O mérito não está no nome, não está na cor, não está na origem, no sexo e nem no poder econômico. Critérios subjetivos e mérito se excluem.

Sensatez, Coerência e Justiça.

Hannah Arendt e a banalidade do mal

Introdução -- O mal radical como ponto de partida -- A novidade totalitária -- A banalidade do mal: uma invenção contemporânea -- O vazio de pensamento

Eichmann em Jerusalém - Pós-escritos - Hannah Arendt

A Amazônia é o lugar ideal para desenvolver a agricultura. Não a agricultura comum, mas sim a agricultura hidropônica que precisa de muita água e sol. Não podemos deixar os lenhadores e os madeireiros continuarem tomando conta da Floresta Amazônica. Estão transformando a Floresta Amazônica em lenha, carvão e madeira para construção civil. Estão transformando árvores de trezentos anos em mesa, cadeira e armário. A estupidez humana não tem limites.

Eu vou explicar o que acontece. Se eu olhasse para o 14 BIS, na época de Santos Dumont, possivelmente, eu veria um Boeing 737, um caça supersônico e um ônibus espacial. O meu cérebro faz um encadeamento lógico do negócio, ou seja, uma projeção temporal daquele fato e mostra-me o resultado. Por isso, eu olho para o Projeto OCW-USP e falo de Ensino Público Gratuito via internet, fim do vestibular, fim das salas de aulas de ensino médio e universitário, 70% das Universidades Públicas dedicadas exclusivamente à pesquisa, ensino superior para todos, etc.

No mês de agosto/07, em uma das aulas de uma disciplina de RI que faço na FEA, estudamos a Paz Perpétua de Kant. E durante essa aula, após a discussão sobre os Estados como entes morais perfeitos e desnecessidade de um Direito com coerção pairando sobre a Sociedade Internacional, eu percebi que o Direito ideal, que completa a Teoria de Kant, é o Soft Law, ou seja, um Direito sem coerção, pois se os Estados são entes morais perfeitos, eles irão fazer aquilo que têm que ser feito, irão cumprir o que têm que ser cumprido, irão obedecer os tratados (na teoria). Não há nenhuma necessidade de coerção para isso. Logo, o Soft Law preenche completamente a Teoria de Kant. Certamente, falei isso para o Professor. Mas acho que ele não entendeu nada, pois retrucou com um monte de frases, incluindo: "O pessoal do Direito não são bons analistas de RI". (Vou estudar essa questão com mais detalhe).

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"Partindo de uma distinção de Alexander Passerin D'Entrèves, entre "leis diretivas" e "leis imperativas", Arendt, por assim dizer, dá um contorno definitivo àquela articulação entre a 'nómos' e a 'lex romana', e esclarece o porquê se pode entender a ação política como aparição.

Para D'Entréves, diz Arendt, as leis diretivas são mais "aceitas" do que "impostas"; elas funcionam como "as regras de um jogo". O jogador não 'se submete' às regras por considerá-las justas ou teoricamente válidas, mas simplesmente 'as aceita' por querer participar do jogo.

Arendt propõe ir além de D'Entréves e interpretar também as leis imperativas como diretivas, isto é, como mecanismos de garantia das regras do jogo.

A autora lembra que nos primeiros sistemas legais não havia sanção inerente a cada lei e que a punição mais comum era o banimento do infrator da comunidade política, isto é, do jogo." (pag. 175)

(Política e Liberdade em Hannah Arendt - Francisco Xarão - Ed. UniJuí - RS - 2000)

Totalitarismo do Séc. XXI

EUA caminham para uma ditadura - A não-violência é um instrumento de dominação e controle - O Direito Penal do Inimigo e a Banalidade do Mal - Psicologia da Tirania Hugo Chaves e a ditadura disfarçada de Democracia - Quintanilha é um boi de piranha - O que significa Banalidade do Mal - Uma solução para a questão do aborto

"A verdade está lá fora."

Um legítimo Arquivo X

Deceive Inveigle Obfuscate - Enganar, Iludir, Obstruir. (Arquivo X)

Leo Mulder: A suposta morte natural do Sanguessuga Abel é um Arquivo X. Morreu de infarto em um jogo de bola. Realmente morreu ou enterraram uma bananeira ? Se morreu de verdade, o infarto foi natural ou foi provocado ? O Sanguessuga Abel era um arquivo. Um arquivo importante que pode ter sido queimado ou escondido no Caribe. Um arquivo que poderia revelar a verdade sobre envolvidos na corrupção.

Percepção: Percebo um estranho padrão de mortes naturais. Um padrão que se revela na conveniência da morte. Mortes naturais por encomenda. Uma forma dissimulada de matar. Matam através da contaminação do inimigo com doenças naturais. Estão usando armas biológicas em plena luz do dia e ninguém se deu conta disso. É estupidez acreditar que os bilhões de dólares investidos no desenvolvimento de armas biológicas tenha conseguido apenas um copo de Antraz e meio-quilo de varíola. Certamente, muito mais coisa letal foram desenvolvidos nesses projetos.

Lembre-se que uma arma biológica pode ser usada para exterminar toda uma população ou, então, somente para matar um indivíduo. Sem contar que é uma arma cem por cento segura, pois a vítima morre naturalmente, sem despertar maiores suspeitas e sem gerar mártires ou ocasionar um levante. Matam líderes sem causar revolução ou desejo de vingança. O único problema é que a arma biológica ideal mata lentamente e muitas vezes esse tempo é longo demais.

Tancredo Neves, Arafat, ACM Júnior, Milosevic, Éneas Carneiro (Bomba Atômica do Brasil), o Espião russo e muitos outros. Mortes convenientes e devidamente escondidas e encobertas pela mídia: morte natural no diagnóstico médico e na história que contaram para a população. O Fidel Castro escapou por pouco. Armas biológicas estão em ação. Os líderes populares que se cuidem. A questão é descobrir quem tem essas armas...

Todas as Mentiras Levam à Verdade. (Arquivo X)

"O Governo nega ter conhecimento."